Sobre baladas e jornalismo

Acho que estou velha para baladas, sinceramente. Eu não tenho animo para passar horas numa fila cheia de pessoas que não conseguem esperar civilizadamente pela abertura de uma pequena porta. Ficam ansiosos demais e passam por cima dos outros, estragam sua roupa, seu cabelo e lhe causam hematomas. E então quando, finalmente, você consegue ultrapassar a tal porta, mal consegue andar. Pessoas seguram seu braço, outras passam mal, enfim, isso sem cogitar a hipótese de precisar ir ao banheiro. Mudando completamente de assunto, estive pensando no meu futuro. Algumas pessoas me perguntam se estou certa quanto ao jornalismo, porque é um mercado competitivo, porque se ganha mal e tantos outros motivos. Sim, eu estou certa. Sempre quis fazer veterinária, porque queria ajudar os animais, mas tive que aceitar que eu, simplesmente, não levo jeito para isso. Sou muito sensível ao sofrimento dos animais e não conseguiria lidar com essas emoções diariamente. Então, respirei fundo e fiz uma análise sobre minha personalidade e minhas aptidões. Queria ajudar com algo que eu realmente soubesse fazer. O jornalismo surgiu como uma ideia brilhante, daquelas que precisam ser aproveitadas em todas as suas facetas e, cá estou eu, fazendo tudo o que posso para ser uma boa jornalista, comprometida com os reais interesses da sociedade, sem jamais esquecer aqueles que, infelizmente, não conseguem se defender sozinhos.

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